29 de novembro de 2008

Ultrapassar o banal, o cotidiano, o senso comum. Arriscar-se a ir além, a exergar não apenas o que nos interessa. Ampliar o campo de visão da consciência e da responsabilidade que temos. Não prender-se em relações superficiais. Apostar no diálogo, construir amizades e laços mais fortes entre você e os outros. Tudo isso depende de um esforço individual, de autoquestinonamento constante, que nos leve a perceber as injustiças e contrariedades do mundo. Não quero aqui revoluções, somente construir um espaço que nos permita realmente viver com dignidade e liberdade.
:D
...

20 de novembro de 2008

Defendo a liberdade através da leitura. Aconselho a todos a lerem, mais e mais.
Definitivamente acredito que a leitura é o maior instrumento de libertação que os homens podem utilizar para realmente dar sentido as suas vidas. É inevitável.
Como negar que um Karl Marx, com toda sua perspectiva de intervenção na realidade social, não afeta nosso espírito. Guimarães Rosa, o qual em seu Grande sertão: Veredas apresenta sentimentos universais que são identificáveis com qualquer leitor, não adianta tentar escapar.
Outro, Machado de Assis, com suas ironias rasgantes de uma sociedade brasileira, no mínimo, hipócrita. Tem também o genial Proust, que brinca com a memória em seus romances. Nassar nos coloca numa agonia sufocante ao dizer que o tempo a tudo consome, e o pior de tudo, ele está certo. Esses são pequenos exemplos, os quais são infinitos.
Tantos e tantos autores que nos colocam em contato com aquilo que consegue abalar nossas concepções a cerca do mundo. No mínimo, isso é liberdade.

Leiam e leiam, meus amigos.