29 de junho de 2008
Chego ao fim do início de uma nova etapa que se abriu para mim esse ano. Finalizo o primeiro semestre da faculdade com idéias agregadas pelos novos conhecimentos com que entrei em contato na Universidade. Os assuntos que me foram apresentados se constituíram em novas visões, as quais me permitirão entender a realidade que me cerca de maneira mais qualificada, percebendo que essa realidade não se constitui em sensos-comuns, que insistem em se impôr a maioria das pessoas, fazendo com que elas enxerguem essa mesma realidade de modo muito simplificado, simplificações que muitas vezes podem nos levar a imaginarmos que compreendemos o real de modo completo, o que é um engano evidente. Por enquanto, a Universidade atendeu àquilo que eu esperava dela, espero que continue assim. Aconselho a todos que entrem lá e desfrutem de tudo que ela pode oferecer, assim como eu estou começando a desfrutar.
28 de junho de 2008
Talvez J. P. Sartre tenha razão, somos dotados de liberdade. Essa liberdade nos permite agir como acharmos melhor, fazendo assim com que nossos atos definam nosso ser, ou seja, nas palavras do próprio filósofo: "nós nos contruimos". Mas enganam-se aqueles que acham que essa liberdade nos possibilita agirmos sem pensar nos outros, essa mesma liberdade dá-nos a responsabilidade para com o outro, para com a humanidade inteira. Viva a filosofia.
21 de junho de 2008
17 de junho de 2008
De onde vem tanta loucura?
Skinheads, assasinos, torcedores loucos, assaltantes, rebeldes sem causa, ou seja, fanáticos de todos os tipos que o espaço urbano insiste em originar. Venham conversar comigo. Tenho CERTEZA que altero suas idéias, desconstruo suas convicções, e faço vocês repensarem a vida.
10 de junho de 2008
8 de junho de 2008
Esses dias sonhei que
havia ido em uma festa e encontrei um amigo meu, que é integrante daquela banda capital inicial. Só que como sonhos são sempre loucos e desordenados eu logo passei a uma sala onde estavam fumando aqueles "cigarros" narguilé de vários sabores, o melhor era o de chocolate com menta, depois, do nada eu tava lá dançando com u monte de pessoas à minha volta, gurias bonitas preenchiam a pista, e o DJ não teve o "tino" de tocar um funk daqueles. Mais além, me encontrava sentado num canto, onde havia uma cadeira e logo uma garota sentou ao meu lado, mostrando sua bela coxa levantando o vestido para arrumar seu sapato, sem preceber que eu olhava (sutilmente). Conversei um pouco com ela, enquanto tomava um toddinho - o toddinho foi um elemento que mostra o quanto o sonho foi estranho -, a conversa não rendeu, não no sentido instintivo, mas no sentido intelectual mesmo. No final, não me lembro do final, só que esse sonho parecia ter um endereço, acho que era no Menino Deus, mas não tenho certeza...
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