Numa noite dessas estava eu conversando com uma amiga sobre a visão da educação existente no nosso país. A conversa fluia quando essa minha amiga largou uma frase genial, que dizia assim: "Eu nem sei se o Brasil tem lógica."
Acho que estamos meio perdidos meus caros.
:D
20 de setembro de 2008
13 de setembro de 2008
Cada tempo tem uma lógica específica, isso todos sabem. Mas, só por existir uma lógica temporal não somos obrigados a sempre nos integrar totalmente a ela, podemos discordar de algumas coisas, e é justamente essa discórdia por parte de alguns indivíduos que confere movimento a essas lógicas, fazendo com que se sucedam no tempo. Discordar, às vezes, faz bem.
:D
:D
6 de setembro de 2008
- E o Pedro?
- Ah, o Pedro bailou, bailou na curva.
Essa diálogo curto é retirado da peça teatral BAILEI NA CURVA, que eu tive a oportunidade de assistir. Pedro, no caso, se constitui como o único personagem (dentro de uns 8) da peça que resolve lutar contra a ditadura militar vigente no Brasil nas décadas de 60, 70 e 80. A história apresenta um ponto extremamente positivo ao caracterizar, ao longo de seu desenvolvimento, as transformações que ocorreram no mundo e conseqüentemente refletiram na sociedade brasileira, tais como a diferença de comportamentos em relação ao sexo, as drogas e a consciência política.
Acompanhamos o desenvolvimento de um grupo de crianças, que ao longo da vida acabam por escolher caminhos diferentes. Esse grupo de amigos tem como pano de fundo de suas ações, de maneira sutilíssima, o próprio regime militar, o qual, em certa medida, faz com que escolham esses diferentes caminhos. Uns optam por carreiras profissionais mais promissoras social e economicamente, outros (outro na verdade), acaba por escolher o caminho da luta armada, um caminho de preocupação política decorrente do momento vivido. O seu fim, sintetizado pelo diálogo reproduzido acima, na minha opinião, simboliza a repressão excessiva daquele momento e a futura mudança de paradigma com relação ao interesse dos indivíduos pela política nacional. Naquela ocasião ainda restava uma certa consciência quanto a isso, hoje o que se vê apenas são preocupações individualistas de pessoas querendo achar seu lugar ao sol, não importando o que façam para conseguí-lo.
- Ah, o Pedro bailou, bailou na curva.
Essa diálogo curto é retirado da peça teatral BAILEI NA CURVA, que eu tive a oportunidade de assistir. Pedro, no caso, se constitui como o único personagem (dentro de uns 8) da peça que resolve lutar contra a ditadura militar vigente no Brasil nas décadas de 60, 70 e 80. A história apresenta um ponto extremamente positivo ao caracterizar, ao longo de seu desenvolvimento, as transformações que ocorreram no mundo e conseqüentemente refletiram na sociedade brasileira, tais como a diferença de comportamentos em relação ao sexo, as drogas e a consciência política.
Acompanhamos o desenvolvimento de um grupo de crianças, que ao longo da vida acabam por escolher caminhos diferentes. Esse grupo de amigos tem como pano de fundo de suas ações, de maneira sutilíssima, o próprio regime militar, o qual, em certa medida, faz com que escolham esses diferentes caminhos. Uns optam por carreiras profissionais mais promissoras social e economicamente, outros (outro na verdade), acaba por escolher o caminho da luta armada, um caminho de preocupação política decorrente do momento vivido. O seu fim, sintetizado pelo diálogo reproduzido acima, na minha opinião, simboliza a repressão excessiva daquele momento e a futura mudança de paradigma com relação ao interesse dos indivíduos pela política nacional. Naquela ocasião ainda restava uma certa consciência quanto a isso, hoje o que se vê apenas são preocupações individualistas de pessoas querendo achar seu lugar ao sol, não importando o que façam para conseguí-lo.
Assinar:
Comentários (Atom)
