Num dos pricipais livros da literatura brasileira, importante por sua genialidade, inovação estética e pela capacidade de sintetização de diversas inquietações humanas simbolizadas em seu personagem-narrador, o autor deliberadamente constrói uma tese nuclear a partir apenas de uma palavra e um símbolo. Essa palavra é "nonada", a qual abre o romance e significa essencialmente nada, ninharia. E o símbolo mencionado é o símbolo do infinito, aquela espécie de 8 na horizontal. Aqui se encontra a idéia proposta.
Resumidamente, no livro temos um jagunço recordando acontecimentos de sua vida, paralelamente com indagações acerca de sua própria existência, como reflexões sobre outras pessoas e também a respeito até de fenômenos sobrenaturais. Bom, para finalizar, essa história de vida é contada no espaço do livro entre a palavra inicial e o símbolo final, ou seja, recordando agora o que essa palavra e o símbolo significam, entre o "nada" e o "infinito" se interpõe a VIDA, aqui como construção extremamente pessoal e subjetiva...
Entre o nada e o infinito há a vida. Cada um pense o que quiser.
:D
28 de julho de 2008
22 de julho de 2008
Essa semana fui ao cinema conferir a grande estréia do final de semama, BATMAN - O CAVALEIRO DAS TREVAS, por isso agora me aventurarei a dar minha opinião sobre essa película, espero que gostem.
Inicialmente, começarei dizendo que esse filme se pretendia colocar os filmes de super heróis baseados em revistas em quadrinhos num nível superior (outras adaptações se resumiam a um conflito simplista herói X vilão com direito a romance previsível no final), alcança essa pretensão, pois se diferencia de outras películas no seu conteúdo, o qual não apenas nos apresenta um herói tendo que combater um novo tipo de ameaça, mas vai mais profundamente, nos jogando em contato com os conflitos (existenciais, morais) que podem surgir desse confronto gerado por duas partes opostas, no caso aqui, o bem e o mal. Se vê o cavaleiro das trevas aqui autoquestionando-se se é realmente válido utilizar-se das mesmas armas que seu inimigo para conseguir derrotá-lo, mas isso poderia resultar justamente no que batman mais teme, não conseguir perceber-se mais como o herói, e sim que isso poderia colocá-lo no mesmo lado de seu inimigo, não conseguindo, desse modo, uma diferenciação entre ambos.
Outro ponto importante é a atuação do ator que interpreta o coringa, o qual eu não sei escrever o nome, por suas incríveis caretas, risadas e a mágica de fazer desaparecer uma caneta. Todos esses aspectos juntos formam a caracterização do personagem. O personagem apresenta-se como um ser do caos, da destruição, da desordem, ou seja, a anarquia pela anarquia, como diz Alfred: "Há pessoas que só querem ver o circo pegar fogo". Colocando a cidade de Gotham de pernas para o ar, terá nosso herói que pará-lo.
O pessimismo do filme é inacreditável, o que faz que quando saiamos da sala de cinema pensarmos que no mundo só existem pessoas corruptas.
Batman e Coringa são, ao mesmo tempo, opostos e iguais. Assista ao filme, e assim entenderão do que estou falando.
...
Inicialmente, começarei dizendo que esse filme se pretendia colocar os filmes de super heróis baseados em revistas em quadrinhos num nível superior (outras adaptações se resumiam a um conflito simplista herói X vilão com direito a romance previsível no final), alcança essa pretensão, pois se diferencia de outras películas no seu conteúdo, o qual não apenas nos apresenta um herói tendo que combater um novo tipo de ameaça, mas vai mais profundamente, nos jogando em contato com os conflitos (existenciais, morais) que podem surgir desse confronto gerado por duas partes opostas, no caso aqui, o bem e o mal. Se vê o cavaleiro das trevas aqui autoquestionando-se se é realmente válido utilizar-se das mesmas armas que seu inimigo para conseguir derrotá-lo, mas isso poderia resultar justamente no que batman mais teme, não conseguir perceber-se mais como o herói, e sim que isso poderia colocá-lo no mesmo lado de seu inimigo, não conseguindo, desse modo, uma diferenciação entre ambos.
Outro ponto importante é a atuação do ator que interpreta o coringa, o qual eu não sei escrever o nome, por suas incríveis caretas, risadas e a mágica de fazer desaparecer uma caneta. Todos esses aspectos juntos formam a caracterização do personagem. O personagem apresenta-se como um ser do caos, da destruição, da desordem, ou seja, a anarquia pela anarquia, como diz Alfred: "Há pessoas que só querem ver o circo pegar fogo". Colocando a cidade de Gotham de pernas para o ar, terá nosso herói que pará-lo.
O pessimismo do filme é inacreditável, o que faz que quando saiamos da sala de cinema pensarmos que no mundo só existem pessoas corruptas.
Batman e Coringa são, ao mesmo tempo, opostos e iguais. Assista ao filme, e assim entenderão do que estou falando.
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20 de julho de 2008
Não gosto do programa PÂNICO NA TV, definitivamente não gosto. Mulheres MUITO gostosas sendo "humilhadas" por um cara gordo lá, dois repórteres (mais do que imbecis) que acham divertido tirar sarro com as pessoas, tirar sarro por tirar, sem nenhuma justificativa, uma platéia de abobados gritando para outro bando de abobados (os apresentadores, mas sabrina sato é apresentadora desde quando?). Nunca me diverti com isso, não sei porquê.
:D
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:D
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