30 de dezembro de 2008

"A natureza fez os homens tão iguais, quanto às faculdades do corpo e do espírito que, embora por vezes se encontre um homem manifestamente mais forte de corpo, ou de espírito mais vivo do que outro, mesmo assim, quando se considera tudo isto em conjunto, a diferença entre um e outro homem não é suficientemente considerável para que qualquer um possa com base nela relamar qualquer benefício a que outro não possa também aspirar, tal como ele."

(Thomas Hobbes, O Leviatã)

Pois é, a filosofia sempre nos ensina algo.

29 de novembro de 2008

Ultrapassar o banal, o cotidiano, o senso comum. Arriscar-se a ir além, a exergar não apenas o que nos interessa. Ampliar o campo de visão da consciência e da responsabilidade que temos. Não prender-se em relações superficiais. Apostar no diálogo, construir amizades e laços mais fortes entre você e os outros. Tudo isso depende de um esforço individual, de autoquestinonamento constante, que nos leve a perceber as injustiças e contrariedades do mundo. Não quero aqui revoluções, somente construir um espaço que nos permita realmente viver com dignidade e liberdade.
:D
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20 de novembro de 2008

Defendo a liberdade através da leitura. Aconselho a todos a lerem, mais e mais.
Definitivamente acredito que a leitura é o maior instrumento de libertação que os homens podem utilizar para realmente dar sentido as suas vidas. É inevitável.
Como negar que um Karl Marx, com toda sua perspectiva de intervenção na realidade social, não afeta nosso espírito. Guimarães Rosa, o qual em seu Grande sertão: Veredas apresenta sentimentos universais que são identificáveis com qualquer leitor, não adianta tentar escapar.
Outro, Machado de Assis, com suas ironias rasgantes de uma sociedade brasileira, no mínimo, hipócrita. Tem também o genial Proust, que brinca com a memória em seus romances. Nassar nos coloca numa agonia sufocante ao dizer que o tempo a tudo consome, e o pior de tudo, ele está certo. Esses são pequenos exemplos, os quais são infinitos.
Tantos e tantos autores que nos colocam em contato com aquilo que consegue abalar nossas concepções a cerca do mundo. No mínimo, isso é liberdade.

Leiam e leiam, meus amigos.

28 de outubro de 2008

Não assumam times de futebol como sentido de suas vidas.

Tanto porque eles não ligam porra nenhuma pra vocês, seus imbecis.

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24 de outubro de 2008

As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edífícios
provam apenas que a vida prossegue
e nem todos se libertaram ainda.

(Carlos Drummond de Andrade)


Nos libertemos, não esperemos mais.

19 de outubro de 2008

Impossível passar em branco. O acontecimento da semana no Brasil, capaz até de tirar dos noticiários informações sobre a crise de falência do modelo capitalista, sem dúvida, foi o seqüestro domiciliar de duas jovens por parte de um rapaz que supostamente havia sido negado amorosamente por uma das jovens. Ao contrário da grande mídia, pretendo analisar aqui o comportamento do jovem Lindemberg, mesmo aceitando que ocorreram erros de ação das forças do Estado responsáveis pela preservação da vida dos reféns.
O jovem Lindemberg se constituiu, no meu ponto de vista, como um niilista. Como o próprio negociador disse, sua lingugem era de um "suicida", o que poderia acabar transformando a negociação policial em uma atividade vazia, sem sentido. Essa opção auto e extra destrutiva que se originou talvez em outras causas mais gerais, da própria vida desse indivíduo e de um contexto social excludente, não justifica a ação que ele empreendeu, porém pode explicá-la.
Hannah Arendt, a grande filósofa que desvendou a lógica perversa da banalização do mal presente nos regimes totalitários europeus adverte que: "A solidariedade e dignidade humanas são valores morais ainda capazes de impedir o triunfo do niilismo". A solidariedade e a dignidade, a meu ver, se constróem com diálogo entre as pessoas, principalmente em situações conflituosas, mas o rapaz demostrou ser incapaz de tentar uma conversa que pudesse resolver o rompimento do relacionamento. Outro filósofo, esse mais radical, Jean Paul Sartre diz que todos os nossos atos são de total responsabilidade do próprio indivíduo, e que qualquer ação é de consciência do próprio ser humano. Nessa visão Lindemberg sairia totalmente responsável por seu empreendimento, sendo justificada uma pena sobre seus atos. A partir dessas visões filosóficas não sobram espaço para críticas à polícia, mas sim ao jovem infrator que se constitui como uma ameaça a sociedade.
Infelizmente, o ato realizado pelo jovem acabou tragicamente para a garota, e que não me venham os Direitos Humanos defender o infrator, pois quem desumaniza outros não se configura mais como um humano. A visão não é repressiva, mas responsabilista no sentido de tentar impedir outros casos como esse que, de uma maneira ou de outra, comoveu o país.

10 de outubro de 2008

Dignidade e Autonomia.

Só dessejo isso para o povo brasileiro.

O resto é conseqüencia.

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Diaremente converso com pessoas hipócritas, outras mais coerentes, e outros que reclamam de uma falta de moral na sociedade. As visões são diversas, me levam à indignação silenciosa até a admiração declarada. Todas essa posições pessoais deliberadamente assumidas me levam a diversos questionamentos, tais como o pensamento que sempre me aflige, o qual fica buzinando em minha cabeça: estou no caminho certo? Tenho certeza que sim, e essa visão ninguém abala.
Possuo em mim uma certa percepção exagerada da realidade, a qual às vezes me atrapalha, e às vezes, como disse uma vez um professor meu, me liberta. Consigo perceber que muitas vezes relações dárias são alicerçadas na falta de respeito entre os indivíduos, e o pior de tudo, a ausência de respeito parte de quem eu menos esperava.
Por conseguir perceber um pouco mais além, diversas incoerências se alinham diariamente a minha frente. Pobreza, violência, desrespeito, só para citar algumas maiores.
Uns pensarão talvez que sou um pessimista, longe disso, só pretendo fazer um alerta para esses problemas, pois no meu ponto devista, são realmente complicados.

4 de outubro de 2008

http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=11300&Itemid=1338&sistemas=1

OBRA COMPLETA DE MACHADO DE ASSIS

PAREM DE LER O CÓDIGO DA VINCI E DESCUBRAM O QUE É A LITERATURA DE UM GÊNIO...

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20 de setembro de 2008

Numa noite dessas estava eu conversando com uma amiga sobre a visão da educação existente no nosso país. A conversa fluia quando essa minha amiga largou uma frase genial, que dizia assim: "Eu nem sei se o Brasil tem lógica."

Acho que estamos meio perdidos meus caros.

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"Povo que não tem virtude acaba por ser escravo."

Não sei, ainda, como as pessoas do Rio Grande do Sul possuem tanto orgulho de um hino que tem um verso desses. E fica uma pergunta no ar: mas que virtude tão honrosa assim nós temos?

Ainda não encontrei a resposta.

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13 de setembro de 2008

Cada tempo tem uma lógica específica, isso todos sabem. Mas, só por existir uma lógica temporal não somos obrigados a sempre nos integrar totalmente a ela, podemos discordar de algumas coisas, e é justamente essa discórdia por parte de alguns indivíduos que confere movimento a essas lógicas, fazendo com que se sucedam no tempo. Discordar, às vezes, faz bem.

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6 de setembro de 2008

- E o Pedro?
- Ah, o Pedro bailou, bailou na curva.

Essa diálogo curto é retirado da peça teatral BAILEI NA CURVA, que eu tive a oportunidade de assistir. Pedro, no caso, se constitui como o único personagem (dentro de uns 8) da peça que resolve lutar contra a ditadura militar vigente no Brasil nas décadas de 60, 70 e 80. A história apresenta um ponto extremamente positivo ao caracterizar, ao longo de seu desenvolvimento, as transformações que ocorreram no mundo e conseqüentemente refletiram na sociedade brasileira, tais como a diferença de comportamentos em relação ao sexo, as drogas e a consciência política.
Acompanhamos o desenvolvimento de um grupo de crianças, que ao longo da vida acabam por escolher caminhos diferentes. Esse grupo de amigos tem como pano de fundo de suas ações, de maneira sutilíssima, o próprio regime militar, o qual, em certa medida, faz com que escolham esses diferentes caminhos. Uns optam por carreiras profissionais mais promissoras social e economicamente, outros (outro na verdade), acaba por escolher o caminho da luta armada, um caminho de preocupação política decorrente do momento vivido. O seu fim, sintetizado pelo diálogo reproduzido acima, na minha opinião, simboliza a repressão excessiva daquele momento e a futura mudança de paradigma com relação ao interesse dos indivíduos pela política nacional. Naquela ocasião ainda restava uma certa consciência quanto a isso, hoje o que se vê apenas são preocupações individualistas de pessoas querendo achar seu lugar ao sol, não importando o que façam para conseguí-lo.

30 de agosto de 2008

Hoje assisti a um filme-documentário brasileiro interessante chamado JUSTIÇA. O filme de autoria e direção de Maria Augusta Ramos fala sobre o funcionamento do sistema judiciário do estado do Rio de Janeiro, sendo retratado durante o longa diversos processos criminais em andamento, os quais relacionados a diferentes delitos cometidos por pessoas, na maioria dos casos por jovens do sexo masculino. Com olhar crítico percebomos que a diretora foca sua câmera silenciosa em diversos personagens da vida real que estão de algum modo envolvidas nesse sistema. Jovens pobres, agentes da Lei, familiares dos réus e os mais variados tipos humanos nos são apresentados. Mas o filme, na minha opinião, vai mais fundo.
Ao nos depararmos com essa parcela do sistema estatal do país, nos fica evidenciado que ela parece ter se tornado apenas mais um instrumento repressivo de uma divisão óbvia de classes presente no Brasil. Durante o filme inteiro se percebe que quem senta no banco dos réus são jovens à margem da lei, jovens esses que em sua totalidade são representates de classes desfavorecidas no processo capitalista, o lado negro do sistema sócio-ecônomico que os homens escolheram para guiarem suas relações. Cava-se um abismo entre os réus e os representantes da Lei que, no mínimo cursaram nível superior para chegar aonde chegaram, os quais espelham as classes favorecidas desse mesmo sistema. Perecebe-se uma diferença entre as situações de vida de pessoas que conseguiram encontrar seu lugar no capitalismo e de outras que parecem nem saber o que é capitalismo, demonstrando assim uma falta de perspectiva e autonomia de representantes de classes pobres, autonomia essa que deveria ter sido passada ao longo do desenvolvimento social e intelectual desses jovens, os quais foram oferecidos, de modo precário, pelo Estado. Voltando nosso olhar para a constituição familiar desses jovens percebe-se também a deficiência em relação a esse ponto de suas vidas. Por fim, como disse o professor Darcy Ribeiro, essa classe "que está jogada a própria sorte", parece ser vítima cada vez mais de um processo de desumanização e descaracterização por parte da sociedade brasileira em geral, a qual não tem olhos para ela e para perceber os problemas que daí surgem. Temos que tomar cuidado, pois isso pode destruir o país por dentro, e destruir os padrões civilizatórios que a sociedade, em seu esforço, constrói para uma vivência mais harmoniosa.

21 de agosto de 2008

"Nada do que é Humano me é estranho." (Karl Marx)


Me parece que hoje vivemos o oposto dessa frase. Estranho, me parece que algo não está certo.

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http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/PesquisaObraForm.jsp

http://www.periodicos.capes.gov.br/portugues/index.jsp

como disse uma amiga minha, em algo de bom é investido o dinheiro do povo brasileiro...

esses são sites de divulgação de conhecimento mantidos pelo Governo Federal, interessantíssimos para quem é realmente interessado!

vale a pena divulgá-los.

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28 de julho de 2008

Num dos pricipais livros da literatura brasileira, importante por sua genialidade, inovação estética e pela capacidade de sintetização de diversas inquietações humanas simbolizadas em seu personagem-narrador, o autor deliberadamente constrói uma tese nuclear a partir apenas de uma palavra e um símbolo. Essa palavra é "nonada", a qual abre o romance e significa essencialmente nada, ninharia. E o símbolo mencionado é o símbolo do infinito, aquela espécie de 8 na horizontal. Aqui se encontra a idéia proposta.
Resumidamente, no livro temos um jagunço recordando acontecimentos de sua vida, paralelamente com indagações acerca de sua própria existência, como reflexões sobre outras pessoas e também a respeito até de fenômenos sobrenaturais. Bom, para finalizar, essa história de vida é contada no espaço do livro entre a palavra inicial e o símbolo final, ou seja, recordando agora o que essa palavra e o símbolo significam, entre o "nada" e o "infinito" se interpõe a VIDA, aqui como construção extremamente pessoal e subjetiva...

Entre o nada e o infinito há a vida. Cada um pense o que quiser.

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22 de julho de 2008

Essa semana fui ao cinema conferir a grande estréia do final de semama, BATMAN - O CAVALEIRO DAS TREVAS, por isso agora me aventurarei a dar minha opinião sobre essa película, espero que gostem.
Inicialmente, começarei dizendo que esse filme se pretendia colocar os filmes de super heróis baseados em revistas em quadrinhos num nível superior (outras adaptações se resumiam a um conflito simplista herói X vilão com direito a romance previsível no final), alcança essa pretensão, pois se diferencia de outras películas no seu conteúdo, o qual não apenas nos apresenta um herói tendo que combater um novo tipo de ameaça, mas vai mais profundamente, nos jogando em contato com os conflitos (existenciais, morais) que podem surgir desse confronto gerado por duas partes opostas, no caso aqui, o bem e o mal. Se vê o cavaleiro das trevas aqui autoquestionando-se se é realmente válido utilizar-se das mesmas armas que seu inimigo para conseguir derrotá-lo, mas isso poderia resultar justamente no que batman mais teme, não conseguir perceber-se mais como o herói, e sim que isso poderia colocá-lo no mesmo lado de seu inimigo, não conseguindo, desse modo, uma diferenciação entre ambos.
Outro ponto importante é a atuação do ator que interpreta o coringa, o qual eu não sei escrever o nome, por suas incríveis caretas, risadas e a mágica de fazer desaparecer uma caneta. Todos esses aspectos juntos formam a caracterização do personagem. O personagem apresenta-se como um ser do caos, da destruição, da desordem, ou seja, a anarquia pela anarquia, como diz Alfred: "Há pessoas que só querem ver o circo pegar fogo". Colocando a cidade de Gotham de pernas para o ar, terá nosso herói que pará-lo.
O pessimismo do filme é inacreditável, o que faz que quando saiamos da sala de cinema pensarmos que no mundo só existem pessoas corruptas.
Batman e Coringa são, ao mesmo tempo, opostos e iguais. Assista ao filme, e assim entenderão do que estou falando.


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20 de julho de 2008

Não gosto do programa PÂNICO NA TV, definitivamente não gosto. Mulheres MUITO gostosas sendo "humilhadas" por um cara gordo lá, dois repórteres (mais do que imbecis) que acham divertido tirar sarro com as pessoas, tirar sarro por tirar, sem nenhuma justificativa, uma platéia de abobados gritando para outro bando de abobados (os apresentadores, mas sabrina sato é apresentadora desde quando?). Nunca me diverti com isso, não sei porquê.

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8 de julho de 2008

Adoro a grande mídia brasileira com sua programação anti-educatica e pró-senso comum...é disso mesmo que o Brasil precisa...para continuar a ser o que é...

29 de junho de 2008

Chego ao fim do início de uma nova etapa que se abriu para mim esse ano. Finalizo o primeiro semestre da faculdade com idéias agregadas pelos novos conhecimentos com que entrei em contato na Universidade. Os assuntos que me foram apresentados se constituíram em novas visões, as quais me permitirão entender a realidade que me cerca de maneira mais qualificada, percebendo que essa realidade não se constitui em sensos-comuns, que insistem em se impôr a maioria das pessoas, fazendo com que elas enxerguem essa mesma realidade de modo muito simplificado, simplificações que muitas vezes podem nos levar a imaginarmos que compreendemos o real de modo completo, o que é um engano evidente. Por enquanto, a Universidade atendeu àquilo que eu esperava dela, espero que continue assim. Aconselho a todos que entrem lá e desfrutem de tudo que ela pode oferecer, assim como eu estou começando a desfrutar.

28 de junho de 2008

Talvez J. P. Sartre tenha razão, somos dotados de liberdade. Essa liberdade nos permite agir como acharmos melhor, fazendo assim com que nossos atos definam nosso ser, ou seja, nas palavras do próprio filósofo: "nós nos contruimos". Mas enganam-se aqueles que acham que essa liberdade nos possibilita agirmos sem pensar nos outros, essa mesma liberdade dá-nos a responsabilidade para com o outro, para com a humanidade inteira. Viva a filosofia.

21 de junho de 2008

ANTI-VIOLÊNCIA

17 de junho de 2008

De onde vem tanta loucura?

Skinheads, assasinos, torcedores loucos, assaltantes, rebeldes sem causa, ou seja, fanáticos de todos os tipos que o espaço urbano insiste em originar. Venham conversar comigo. Tenho CERTEZA que altero suas idéias, desconstruo suas convicções, e faço vocês repensarem a vida.

10 de junho de 2008

Ontem voltando da Universidade pelo turno da tarde dois caras armados entraram no meu ônibus e assaltaram o cobrador. Por favor, parem de fumar maconha.

Obrigado.

8 de junho de 2008

VIVA AS COTAS PARA NEGROS NAS UNIVERSIDADES FEDERAIS!

EU SOU A FAVOR!
Esses dias sonhei que
havia ido em uma festa e encontrei um amigo meu, que é integrante daquela banda capital inicial. Só que como sonhos são sempre loucos e desordenados eu logo passei a uma sala onde estavam fumando aqueles "cigarros" narguilé de vários sabores, o melhor era o de chocolate com menta, depois, do nada eu tava lá dançando com u monte de pessoas à minha volta, gurias bonitas preenchiam a pista, e o DJ não teve o "tino" de tocar um funk daqueles. Mais além, me encontrava sentado num canto, onde havia uma cadeira e logo uma garota sentou ao meu lado, mostrando sua bela coxa levantando o vestido para arrumar seu sapato, sem preceber que eu olhava (sutilmente). Conversei um pouco com ela, enquanto tomava um toddinho - o toddinho foi um elemento que mostra o quanto o sonho foi estranho -, a conversa não rendeu, não no sentido instintivo, mas no sentido intelectual mesmo. No final, não me lembro do final, só que esse sonho parecia ter um endereço, acho que era no Menino Deus, mas não tenho certeza...

6 de junho de 2008

- O problema é a ausência do elemento moral.
- Como assim?
- A perda de importância dos valores.
- A ta...tchau então.

25 de maio de 2008

Amar

que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar, desamar, amar?
sempre, e até de olhos vidrados, amar?




VIVA CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE!

20 de maio de 2008

Pare e pense, o que, realmente, dá sentido a sua vida?

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18 de maio de 2008

"AHH, EU SOU GAÚCHO!"

nunca vi frase mais idiota...

12 de maio de 2008

INDIVIADUALISMO FILHA DA PUTA!

é que me deu vontade de botar pra fora!

fui...

7 de maio de 2008

Eles só querem prazer, elas são materialistas. Eles só pensam em futebol, elas só sabem, no máximo, o que é uma bola. Eles tendem à violência, elas a abominam. Eles saem para beber, ela para dançar. Eles curtem filmes de ação, elas de amor. Eles são extremamente instintivos, elas mais emotivas. Me parece, com esses pequenos exemplos, que eles e elas não conseguem se encontrar. Mas eles e elas procuram um grande amor, porém não sabem onde procurá-lo...

4 de maio de 2008

As guerras continuam acontecendo, as brigas em estádios de futebol são cada vez mais violentas, a miséria ainda está presente, a infidelidade é cotidiana, o desrespeito generalizado é fato, a desconfiança em relação ao próximo se faz presente, a alienação a assuntos de importância coletiva destróem a vida em sociedade. Mas, meu salário é ótimo, e isso faz com que eu pense que está tudo em seu devido lugar.

3 de maio de 2008

Esse nosso mundo é no mínimo curioso, apresenta-se cheio de facilidades, eficiências e realizações que podem ser efetivadas sem necessariamente utilizarmos muito esforço. Mas, por trás de tantas acessibilidades, muitas vezes escondem-se elementos negativos que podem passar despercebidos à nossos olhos.
São, explicitamente, nos grandes centros urbanos mundiais que as facilidades que já mencionei aparecem mais ao alcance de nossas mãos. Entretanto, a busca dessas condições, cada vez mais, tem desconstruído o ser humano em sua apreensão mais essencial. Os métodos a que lançamos mão para conquistarmos quase sempre condições que nos satisfaçam são, não raras vezes, contraditórios com a nossa própria "ideologia" (utilizo essa palavra entre aspas justamente porque eu penso que existem pessoas que não a conhecem, ou preferem não a conhecer) inconsciente, contrariando seus próprios valores. Atos que reproduzimos mecanicamente em nosso cotidiano, como preconceitos imperceptíveis a nós mesmos, ajudam a tornar-nos incompreensíveis com relação ao outro. (...)

Essas pequenas palavras iniciais deixo em aberto, para que cada um conclua da maneira que bem entender...e porque também já são 2 da manhã e estou com sono. Só isso.